Muito obrigado SIC mais uma vez, muito obrigado pela verdade que queres mostrar ao país.
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Finalmente alguém quer a verdade ...
Obrigado SIC
Força Benfica
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Meus amigos desculpem, mas eu sou assim.
Perdemos porque o Braga foi a melhor equipa. É assim a vida.
Nada está perdido Força Benfica
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Após o jogo e também hoje também quando eu falava do Benfica a resposta é :
"bater em quem não pode"
"é uma equipa fraquinha deixa vir as fortes"
Fogo será que no nosso campeonato não há equipas fortes ando a ficar farto... Fod#-s# que merda de campeonato é este??? Sabem-me dizer??
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Como podem ver o sistema já anda ai e com muita força.
Golos fora de jogo, cartões vermelhos por mostrar por agressão , penaltis por marcar etc, etc.
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«Quem nos quiser tirar pontos tem de se esforçar muito» 
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A SAD encarnada terá de negociar com Paco Casal, agente com quem não tem boas relações por causa da fuga de Rodríguez para o FC Porto.
O empresário Paco Casal adquiriu os 30 % do passe de Maxi Pereira que estavam na posse do Defensor Sporting, clube que em Agosto de 2007 vendeu o passe do jogador ao Benfica por 3 milhões de euros. A confirmação foi feita ao DN por Dante Prato, presidente do clube uruguaio, assumindo que "há um contrato com uma empresa do senhor Casal, que comprou os direitos do jogador".
Desta forma, se a SAD encarnada quiser adquirir a totalidade dos direitos desportivos do defesa-direito terá de negociar com um agente FIFA com quem não tem as melhores relações desde o polémico processo de Cristian Rodríguez, que como se sabe culminou com a mudança do esquerdino para o FC Porto, depois de uma negociação que se arrastou por muitos meses.
Sabe o DN que na Luz ainda não foi equacionada a compra desses 30 % do passe de Maxi Pereira, pois esse não é considerado um assunto prioritário. Ainda assim, se as negociações forem iniciadas, o dinheiro que o Benfica acordar pagar pelo atleta será cativo pelo fisco uruguaio, uma vez que as contas de Paco Casal se encontram congeladas devido a um polémico e complicado processo de fuga aos impostos. "Ele está, de facto, com problemas com as finanças e todos os negócios que faz são vigiados pelo Estado", confirmou o presidente do Defensor Sporting.
O DN sabe, entretanto, que no início da próxima época o presidente Luís Filipe Vieira e o director desportivo Rui Costa deverão abrir o dossiê Maxi Pereira, mas para que o defesa-direito renove o seu contrato que termina em Junho de 2012, por forma a ficar a evitar que se criem condições para o jogador deixar a Luz a custo zero.
A renovação da ligação com o internacional uruguaio, de 25 anos, é algo que à partida interessa aos encarnados, a não ser que entretanto chegue à Luz uma proposta irrecusável, algo que pode acontecer depois do Campeonato do Mundo de 2010, se o Uruguai conseguir o apuramento (disputa o play off com a Costa Rica) e se Maxi Pereira tiver um bom rendimento durante o torneio da África do Sul.
Ao que o DN apurou, o processo de negociação de um novo contrato não deverá ser muito complicado apesar do diferendo entre o Benfica e o empresário Paco Casal. É que Maxi Pereira já fez saber aos responsáveis do clube e a alguns amigos que gosta muito de representar o Benfica, razão pela qual vê com bons olhos o aumento do tempo de ligação ao clube lisboeta.
O internacional uruguaio chegou ao Benfica, na companhia de Cristian Rodríguez, devido ao aval técnico dado pelo treinador espanhol José Antonio Camacho nos últimos dias de mercado de Agosto 2007. Foi contratado para jogar como médio direito, mas foi como lateral que se impôs na Luz, tendo feito 81 jogos oficiais e marcado seis golos, um dos quais já esta época, ao Leixões, em partida a contar para a 5.ª jornada da Liga portuguesa, que marcou o seu regresso à competição, após cerca de um mês de paragem devido a uma operação ao joelho direito
ver aqui
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"Agora o Benfica está no bom caminho"
Sorridente como raramente se viu em Portugal, Katsouranis parece outro. Os ares da Grécia fazem-lhe bem, mas são muitos os sorrisos que solta quando recorda os três anos que passou no Benfica, apesar de também ter vivido momentos maus.
Sente falta do Benfica?
Estou aqui no Panathinaikos, de volta à Grécia e junto da minha família, que era o mais importante para mim. Passei três anos muito bons no Benfica. O futebol em Portugal tinha coisas melhores, como a organização e até os relvados. Mas aqui também já há um bom nível.
Foi só pela questão dos voos que decidiu voltar?
Sim, foi a única razão. E nem era tanto por mim, porque se eu estivesse sozinho não me importava assim tanto. O meu problema era mesmo a minha família. Era muito difícil para eles. Tenho um filho que é bebé e não era bom obrigá-lo àquelas viagens.
Mas se a equipa tivesse ganho mais coisas quando esteve lá essa questão não teria sido relativizada?
Acho que não. O problema seria o mesmo. O mais importante para mim é a minha família, o seu bem-estar. Se Lisboa fosse mais perto - a uma ou duas horas de avião de Atenas - acho que podia ter ficado muitos anos no Benfica. Como não era, decidi que tinha de ir para uma cidade que tivesse fáceis acessos a Atenas ou mesmo para aqui.
Está arrependido de, há três anos, ter escolhido o Benfica?
A verdade é que não tinha muitas opções, pois não é fácil para um jogador grego. Havia o Benfica ou o Borússia Moenchengladbach, que tinha subido esse ano à primeira liga, creio. A proposta da Alemanha era muito boa, mas [Fernando] Santos fez tudo para me levar para Portugal. Veio pessoalmente aqui para falar com o presidente do AEK [Nikolaidis] e comigo. Nunca fez isso por qualquer outro jogador.
Tem visto o Benfica deste ano?
Só os resumos. Mas sei que estão muito bem, com um sistema de jogo que também se adapta à equipa e ao futebol português - é o mesmo que usámos com o Fernando Santos na minha primeira época. Não será fácil vencer a Liga, mas agora a equipa está no bom caminho.
Houve rumores sobre o interesse do FC Porto. Houve alguma coisa?
Só quando eu estava no AEK, com o Paulo Assunção e o Bruno Alves, antes de ir para o Benfica. No ano passado? Como, se eu tinha contrato com o Benfica? Não tive proposta nenhuma.
Quais foram os momentos inesquecíveis que viveu na Luz?
A vitória na Taça da Liga. O primeiro ano foi também muito bom, com o Fernando Santos, jogámos muito bem e podíamos ter ganho a Taça UEFA e a Liga. Acho que só não o conseguimos por causa da lesão do Luisão e da transferência do Ricardo Rocha, a meio da temporada. Faltou-nos um pouco de sorte.
Quais os momentos que não gosta de se lembrar?
A segunda época foi muito má, pois acabámos fora da Liga dos Campeões, atrás do Guimarães. Não se pode mudar um treinador após um jogo no campeonato. Isso foi um erro da direcção e acho que eles próprios o reconhecem agora. Se queriam mudar o treinador, que o tivessem feito no final da época anterior. Depois não houve tempo. Vejam o caso do Bergessio. Nos treinos, ele fartava-se de trabalhar, sempre. Mas acabou por sair ao fim de poucos meses. Nesse ano, não fizemos melhor por causa da direcção, nada mais. Nos outros dois, podem culpar jogadores e treinadores, mas não nesse.
Quando pensou pela primeira vez em sair?
Fiquei desiludido quando o Benfica me renovou o contrato. Eles tinham prometido que se eu fizesse uma época boa no primeiro ano me dariam um aumento, mas deram-me apenas mais 50 mil euros por ano. Claro que quando um jogador vai para dentro de campo não pensa em dinheiro, nem em salários. Mas é algo que afecta no dia-a-dia, porque é o nosso trabalho, é por isso que saímos do nosso país. E pouco tempo antes, no Verão, tinha recebido propostas muito boas. Os clubes ofereciam 5 ou 6 milhões de euros, mas o presidente queria pelo menos 10.
Acabou por ficar e não saiu também no final da temporada seguinte. Aquele jogo com o FC Porto em casa, em que fez um penálti e foi expulso, mudou a sua atitude?
Nada disso. Foi apenas um jogo. Aquele penálti nunca assinalariam se fosse ao contrário, no Estádio do Dragão e nos primeiros cinco minutos. Depois, acabei por ser expulso por uma falta mais dura numa fase em que a equipa à procura do segundo golo. Foi um jogo mau, nada mais.
Mas é verdade que Quique Flores falou consigo depois da partida...
Sim, mas só falámos sobre os pontos que perdemos. Sempre estive comprometido em dar o melhor pelo Benfica e a prova disso é que tinha feito bons particulares na pré-época. Depois, fiquei duas ou três vezes seguidas no banco.
Porque é que o Benfica não ganhou mais?
No primeiro ano estivemos muito perto. Mas depois tudo mudou: saíram jogadores, como Karagounis, Simão e Miccoli, veio um treinador novo e começámos tudo do zero. No final dessa época, mudámos tudo outra vez, com um novo treinador e muitos jogadores novos. Quando é assim, é preciso tempo. E houve um jogo decisivo na época passada, no Porto, em que fomos prejudicados pela arbitragem.
Acha que as arbitragens ajudam o FC Porto a ganhar?
Não. Nesse jogo, sim. Mas eles ganharam nos últimos três anos porque eram melhores.
Fonte.jornal o jogo
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O Benfica foi ao reduto do P. Ferreira vencer por 3-1, somar a sexta vitória consecutiva na Liga, em jogo da sétima jornada da prova, e manter a perseguição ao líder, o Sp. Braga.
Recorde aqui as incidências da partida.
Os «encarnados» resolveram o encontro ainda na primeira parte. David Luiz abriu logo o marcador aos três minutos, na sequência de um canto convertido por Carlos Martins.
O médio assinou o segundo golo benfiquista, através de um remate de longe, aos 22 minutos. Cardozo fechou a contagem para o lado do Benfica, aos 40 minutos. O paraguaio, através de livre directo, rematou muito forte ao canto superior esquerdo da baliza de Cássio. O guardião pacense não teve nenhuma hipótese.
O Paços ainda reduziu, aos 68 minutos, por Maykon, numa jogada onde David Luiz facilitou e Cristiano aproveitou para assistir o companheiro.
Na primeira parte o Benfica mostrou-se mais sólido e coeso e só não aumentou ainda mais a vantagem devido a duas boas intervenções de Cássio. Durante os primeiros 45 minutos houve pouco Paços de Ferreira.
Com este resultado a turma da Luz mantém-se como segundo classificado, a dois pontos do Sp. Braga, que lidera a Liga com 21 pontos. Já os pacenses quedam-se pelo décimo posto, com sete pontos.
Jornal a bola
Carrega Benfica
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Ajoelhem-se perante este Homem
...Pablo AIMAR...
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«O jogo perigoso não implica necessariamente contacto físico entre os jogadores. No caso de contacto físico, a acção passa a ser punida com um pontapé-livre directo ou com um pontapé de grande penalidade. No caso de contacto físico, o árbitro deve analisar a possibilidade de ter ou não havido um comportamento antidesportivo.»
site da LPFP
Ou seja, este é daqueles penaltis nítidos by the book. O jogador do Leiria joga de maneira perigosa, que seria considerado jogo perigoso se não tocasse no Aimar, havendo lugar a livre indirecto. Como tocou, essa acção passa a ser punida com livre directo que na área chama-se penalti.
A estratégia já é velha: fazer crer que o Benfica é levado ao colo.
copiado do blog Antitripa
Pronto e para quem tinha dúvidas acabaram...
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